Raízes · Sobre
Estação
Manoel Amaro
A Estação Manoel Amaro, construída em 1910, é testemunha da saga do café e da fé no sertão paulista.

1910A construção
60 cmA bitola do ramal
Cravinhos–SerranaO antigo percurso
Após décadas de abandono, a estação tornou-se símbolo da decadência das tradições, mas também da esperança de restauração espiritual e cultural iniciada por nossa família.
Memória do abandono
Antes da restauração
Os registros preservam o estado em que a antiga estação foi reencontrada.
Café e ferrovia
O ramal e a Mogiana
O Ramal Cravinhos–Serrana possuía bitola estreita e foi posteriormente integrado à Companhia Mogiana. Estes documentos reforçam sua relevância na logística cafeeira do início do século XX.
Duas escalas
Locomotivas e bitolas
O Ramal Cravinhos–Serrana operava com bitola de 60 centímetros. Já a Estação de Cravinhos, no tronco principal da Companhia Mogiana, usava bitola de 1 metro.
Documentos preservados
Planta técnica e memória visual
A planta oficial usada na restauração e dois registros raros ajudam a recompor a história do edifício e de sua região.













